Lançado blog Clube do Explorador Mirim

 

 
 
Museu da Vida coloca no ar novo blog de divulgação científica para o público infantil

Livros interessantes, jogos maneiros, exposições intrigantes: imagine tudo isso num lugar só. Gostou? Pois é essa a ideia do Clube do Explorador Mirim, novo blog de divulgação científica para o público infantil lançado pelo Museu da Vida

Haverá espaço também para sugestões de experimentos e atividades com materiais do dia-a-dia e, é claro, muita interação com o público leitor, por meio de seus comentários, críticas e sugestões. Afinal, um clube se faz assim: juntos.

A equipe será inicialmente formada por três jornalistas especializadas em ciência e com um pé na divulgação científica para crianças, mas a ideia é que, em breve, outros profissionais do Museu e crianças leitoras se juntem ao time. A idéia é escrever de maneira leve e deixar a imaginação rolar solta!

Visite: http://exploradormirim.blogspot.com

 



Escrito por Prof. Dr. Arquimedes Pessoni às 10h16
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TV do Hospital das Clínicas

Inaugurada no ano passado, a HCTV é o canal oficial de televisão do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), e tem como meta difundir o conhecimento em saúde que lá se produz – de maneira aprofundada, porém em linguagem acessível para a população em geral. Primeira TV digital interativa do Brasil, todo o conteúdo está disponível no site da HCTV e também por tecnologia de internet móvel via iPhone. No primeiro ano de atividade, contou com mais de 300 mil acessos e mais de 40 horas de material produzido, em alta definição.

Com a missão de compartilhar com a população as informações, práticas, estudos e pesquisas e reflexões desenvolvidos no maior complexo de saúde pública da América Latina, o canal esta disponível para 60 milhões de pessoas, por meio de uma plataforma múltipla, que inclui, além da internet, o acesso por aparelho celular (no sistema 3G) e uma rede interna de aproximadamente 100 televisores no HC. “Além de um serviço de utilidade pública, a HCTV tem o papel de levar ao conhecimento da sociedade brasileira a excelência de uma produção científica que é reconhecida internacionalmente”, diz Marcos Boulos, diretor da FMUSP.

Além do conteúdo de excelência, a HCTV é inovadora por seu formato, sua tecnologia e sua plataforma múltipla de comunicação. De acordo com Roberto Barbeiro, diretor executivo da HCTV, um dos diferenciais do canal é o formato de TV para a web. “Ao acessar o site do canal, o internauta já tem acesso direto ao programa que está sendo exibido e, ao mesmo tempo, tem acesso a um menu com a programação completa”, comenta. Esta característica diferencia a HCTV dos outros canais e sites de TV na internet, que possuem vídeos on-demand, ou seja, o internauta escolhe o vídeo a que quer assistir, assim como escolheria um link para uma matéria ou para um acervo de fotos.

Os diferentes formatos do conteúdo da HCTV têm como fonte todo o corpo clínico de pesquisadores, de professores e demais profissionais de saúde do HC, incluindo os 62 Laboratórios de Investigação Médica (LIMs) da FMUSP. “Para nós é um instrumento importantíssimo para disseminar as práticas desenvolvidas dentro do Hospital”, analisa José Manoel de Camargo Teixeira, Superintendente do HC.

Com informações da Assessoria de Comunicação do HC



Escrito por Prof. Dr. Arquimedes Pessoni às 12h19
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Raio X da ciência na imprensa

 
Monitoramento de 62 jornais ao longo de dois anos aponta desafios para cobertura da área no Brasil

Bernardo Esteves escreve para a "Ciência Hoje On-line":

 

Foram apresentados nesta terça-feira (13) os resultados do mais abrangente monitoramento já feito sobre a cobertura de ciência, tecnologia e inovação na imprensa brasileira. O estudo analisou as notícias publicadas sobre esse tema em 62 jornais ao longo de dois anos. Os resultados permitiram traçar um diagnóstico de como a mídia brasileira cobre ciência e apontar as principais deficiências dessa cobertura e os desafios para aprimorá-la.

 

O projeto foi realizado pela Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep), vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em parceria com a Agência de Notícias dos Direitos da Infância (Andi).

 

Os resultados foram avaliados em um workshop realizado em Belo Horizonte, com a presença de jornalistas e gestores da área de ciência, tecnologia e inovação. O documento será atualizado a partir das discussões realizadas durante o evento e publicado na forma de livro.

 

Para Luiz Guilherme Queiroz Gomes, consultor de comunicação social da Fundep, o estudo é importante porque alimenta a reflexão sobre a comunicação de ciência, tecnologia e inovação no Brasil. "Esse monitoramento aponta onde temos falhado, para que lado precisamos avançar, quais temáticas precisam ganhar espaço e quais fontes precisam ser ouvidas", avalia. "A partir dessa reflexão, podemos elaborar estratégias e recomendações que possam contribuir para avançarmos nessa área."

 

Dois anos de ciência nos jornais

 

O estudo analisou vários parâmetros de uma amostra de 2.599 notícias publicadas em 2007 e 2008 nos 62 jornais usados no trabalho. As matérias foram selecionadas a partir de palavras-chave ligadas ao universo da ciência, tecnologia e inovação. A distribuição dessas notícias foi desigual: os quatro diários de abrangência nacional analisados publicaram um quarto das notícias monitoradas em 2008, com uma média de 2,3 notícias por dia - nos jornais regionais, a média foi de 0,6 por dia.

 

As ciências da saúde são a área com maior visibilidade, aparecendo com 28% das notícias analisadas, seguidas pelas ciências biológicas (21%) e pelas ciências exatas e da terra (18%). As ciências humanas e sociais aplicadas são as que tiveram menos espaço - juntas, elas respondem por menos de 18% dos textos.

 

O monitoramento apontou as principais fragilidades na cobertura dos temas analisados. A falta de contextualização das notícias é o calcanhar de Aquiles do jornalismo de ciência: cerca de 86% das notícias avaliadas apresentaram poucos ou nenhum elemento de contextualização que permitisse colocar o fato noticiado em perspectiva.

 

Da mesma forma, falta à cobertura da área apresentar as notícias sob uma maior pluralidade de pontos de vista. Mais da metade dos textos analisados (55%) foi feita a partir da consulta a uma única fonte. Além disso, apenas 13% dos textos analisados apontaram algum grau de incerteza na atividade científica, e as discussões éticas apareceram em apenas cerca de 12% dos textos.

 

Outro dado alarmante é a incapacidade do jornalismo de ciência de enxergar as grandes questões da ciência para além das pesquisas pontuais noticiadas. Os textos analisados no estudo se dedicavam na maior parte a noticiar estudos científicos ou avanços tecnológicos específicos; apenas 15% deles promoveram discussões sobre ciência de forma mais ampla.

 

Demanda por qualificação

 

Para o secretário-executivo da Andi, Veet Vivarta, os resultados do monitoramento apontam a necessidade de se investir na formação dos jornalistas da área. "A boa notícia é que o espaço para pautas de ciência, tecnologia e inovação está dado e que há ótimos exemplos de cobertura de qualidade, mas ainda não são a média", avalia. "Há uma demanda por capacitação e qualificação, e ela atinge não só as próprias redações, mas também as fontes de informação, que são o outro lado da notícia."

 

Os resultados vão ajudar ainda a elaborar estratégias para aproximar os veículos da imprensa e o público. O diretor do Departamento de Difusão da Ciência do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Ildeu Moreira, analisou os resultados à luz de uma enquete sobre a percepção pública da ciência promovida em 2006 pelo MCT.

 

"Essa enquete mostrou que uma percentagem importante do público tem interesse declarado pela ciência e pouca informação sobre a área", lembrou Moreira. "Além disso, tanto os cientistas quanto os jornalistas contam com grande credibilidade junto ao público, o que reforça a responsabilidade de ambas as categorias ao noticiar temas ligados à ciência."

(Ciência Hoje On-line, 13/10)



Escrito por Prof. Dr. Arquimedes Pessoni às 19h43
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Escrito por Prof. Dr. Arquimedes Pessoni às 20h05
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10º Congresso Brasileiro de Jornalismo Científico


De 14/10/2009 a 16/10/2009


Faltam 20 dias para o início do evento. Duração: 3 dias


Agência FAPESP – Com o tema “Jornalismo científico e desenvolvimento sustentável”, o 10º Congresso Brasileiro de Jornalismo Científico será realizado em Belo Horizonte (MG) entre 14 e 16 de outubro.
Discutindo o papel político, formador e conscientizador dos meios de comunicação, o evento terá o objetivo de enfatizar o papel dos jornalistas e divulgadores da ciência no combate a problemas ambientais e na mobilização dos poderes Executivo, Legislativo, Judiciário e das entidades não-governamentais em favor do desenvolvimento sustentável do país e do mundo.


A edição de 2009 do congresso tem apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), que comemora o décimo aniversário de sua revista de divulgação científica Minas faz Ciência. O papel das fundações de amparo à pesquisa na popularização da ciência será um dos temas debatidos no encontro.


A programação incluirá palestras, mesas-redondas, conferências e apresentações de trabalhos, com sessões orais e pôsteres. Os trabalhos abordarão principalmente temas relacionados à sustentabilidade e divulgação científica, como "Biodiversidade e mídia", "Agências de notícias ambientais", "Ecopolítica" e "Jornalismo e educação ambiental". O evento é organizado pela Associação Brasileira de Jornalismo Científico.


Mais informações:

www.abjc.org.br/congresso



Escrito por Prof. Dr. Arquimedes Pessoni às 15h14
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Ciência Hoje On-line: Fala, blogueiro
 
Vídeo reúne depoimento de participantes do encontro de divulgadores da ciência na internet

No fim de semana passado a equipe da CH On-line participou do II Encontro de Blogs Científicos em Língua Portuguesa (Ewclipo), realizado em Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro. Alguns dos principais blogueiros de ciência brasileiros estiveram no evento.

 

Os participantes assistiram a palestras que trataram da escrita criativa, passaram pela relação dos jornalistas com os cientistas e alcançaram o cinema. Como todo evento de blogueiros, horas após o término do Ewclipo, dezenas de textos sobre o encontro já podiam ser lidos na rede.

 

Assista a uma vídeo-entrevista com alguns dos principais nomes da blogosfera científica brasileira presentes no evento na CH On-line, que tem conteúdo exclusivo atualizado diariamente: http://cienciahoje.uol.com.br/153940



Escrito por Prof. Dr. Arquimedes Pessoni às 11h00
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